Para clínicas e hospitais veterinários

O app da sua clínica, by Miah.

O tratamento que você prescreve, seguido em casa. O tutor recebe o APP da Miah com a marca da sua clínica: a receita vira um checklist que a família inteira marca, e o contato de vocês fica a um toque.

Sem integração com o sistema da clínicaSem equipamentoO tutor não paga nada
A Miah ao lado de uma caixa organizadora de remédios coloridos
Tela inicial do app com a marca da clínica
A sua marca no celular do tutor, todo dia
Cartão de alta com QR, pronto para imprimir
Lembrete de vacina e consulta com o nome da clínica
Portal com quem precisa de uma ligação
A Miah sonolenta, bocejando no tapete

E depois da alta? ♡

Depois da alta, a receita vira um papel na geladeira.

Várias pessoas dando remédio, gotas e comprimidos em horários diferentes, data para acabar — e a clínica só descobre como foi no retorno, ou quando o pet volta pior. O APP da Miah leva o plano de vocês para dentro de casa.

Como começar

Sem integração, sem equipamento. Quatro passos.

1

Escolha o plano

De 100 a 1.000 pets por mês, no cartão.

Veterinária sorrindo no computador da clínica
  • 100 pets/mêsR$ 12,00
  • 200 pets/mêsR$ 9,00
  • 500 pets/mêsR$ 6,90
  • 1.000 pets/mêsR$ 4,90
2

Imprima os cartões

Cartões de alta com a sua marca e o QR, em PDF.

Pilha de cartões de alta com a marca da clínica e o QR code
3

O tutor escaneia

Cria a conta em um minuto e o pet já tem acesso.

Tutor segurando o celular com a tela de boas-vindas do app, ao lado da Miah
4

A equipe entra

E-mail e senha, de qualquer navegador.

Veterinária no computador acompanhando a lista de pacientes no portal

Não precisa mexer no sistema da clínica. A recepção entrega o cartão junto com a alta.

Preço por pet, cobrado todo mês no cartão. Cada pet liberado ganha 90 dias de app; o crédito só sai quando o tutor cadastra o pet.

O portal da clínica

A equipe vê quem precisa de uma ligação hoje: dose atrasada, tutor que parou de usar, adesão dos últimos 7 dias e vacinas vencendo. Só dos pets cujo tutor autorizou.

Portal da clínica com saldo do pacote, pacientes em acompanhamento, alertas de dose atrasada e vacinas

Tela com pacientes de exemplo.

Liberar para um clientetutor com vários pacientes? Gere um código só dele, de 1 a 4 pets

Saldo do pacotequantos pets restam, validade e aviso antes de acabar

WhatsApp da clínica no appo tutor fala com vocês em um toque

Português e inglêso portal e o app nos dois idiomas

A Miah deitada numa clínica, ao lado de almofadas de coração escrito Mais pacientes bem cuidados

Investimento mensal

A clínica paga por pet.
O tutor não paga nada.

PacotePor petTotal por mês
100 petsR$ 12,00R$ 1.200 / mês
200 petsR$ 9,00R$ 1.800 / mês
500 petsR$ 6,90R$ 3.450 / mês
1.000 petsR$ 4,90R$ 4.900 / mês

90 dias por petCada pet ganha 90 dias do app completo.

Só usa quando cadastrarO crédito só é usado quando o tutor cadastra o pet. Os pets do mês não acumulam.

O tutor não paga nadaO app é um benefício da sua clínica para os seus clientes.

Dentro da LGPD e das regras do CFMV ♡

Autorização do tutor

Pet a pet, e ele desliga quando quiser. Sem autorização, a clínica não vê nada.

Telemonitoramento

O acompanhamento só é ligado para clínica que cumpre a Resolução CFMV 1.465/2022.

Não prescreve

Organiza o que o veterinário receitou. Não muda dose e não substitui consulta.

A Miah descansando debaixo de uma manta rosa enquanto uma mão faz carinho na cabeça dela
Miah · 2015–2026 ♡

Por que "Miah"? A história por trás do app

Ninguém se prepara pra ouvir a palavra “tumor” sobre alguém que dorme aos pés da sua cama há quase doze anos.

A Miah era uma Shih Tzu de 5,6 quilos, pequena no tamanho e enorme no resto. Aos 11 anos e 8 meses, tirou um tumor do fígado, teve um edema pulmonar de madrugada, enfrentou um risco de trombose — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.

Voltou também com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito remédios e dezessete doses por dia. Eu e a Melka viramos uma pequena UTI doméstica, dividindo turnos, madrugada incluída, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.

Uma planilha de papel na geladeira, ou um Excel, não dariam conta. Com dezessete doses por dia e duas pessoas revezando, ninguém abre planilha às três da manhã — e ela não responde a única pergunta que importava: essa dose já foi dada, e a que horas?

O app da Miah nasceu ali, da necessidade de administrar os remédios da pequena sem errar nenhum. O nome é dela porque a história é dela.

Nathan, tutor da Miah

Ler a semana da Miah inteira

A Miah sempre foi pequena no tamanho e enorme no resto. Uma Shih Tzu de 5,6 quilos que atravessou mudanças, projetos, madrugadas de trabalho e todas as fases da nossa família como quem sempre soube que o lugar dela era ali. Quando os exames apontaram um tumor no fígado, a idade dela — 11 anos e 8 meses — pesou na conversa. Operar uma senhora daquelas não é decisão que se toma de qualquer jeito. Mas a alternativa era não dar a ela a chance de lutar, e isso nunca esteve na mesa.

A cirurgia

No dia 5 de setembro, entregamos a Miah nas mãos da equipe do Veros. As horas de espera de uma cirurgia são de um tipo específico de lentidão: o telefone na mão, o olhar voltando pra tela sem motivo, o esforço de trabalhar em qualquer coisa só pra não contar os minutos.

Ela saiu da mesa. O tumor saiu dela.

O primeiro exame depois da cirurgia mostrava o que se esperava de um corpo recém-saído de uma batalha: lactato alto, o organismo inteiro cobrando a conta do procedimento. Nada fora do roteiro de um pós-operatório grande — mas o roteiro estava prestes a mudar.

A ligação de madrugada

Existe um tipo de toque de telefone que a gente reconhece antes de atender. De madrugada, o celular acendeu com o número do hospital, e naquele segundo entre ver e atender coube um medo do tamanho do mundo.

“A Miah teve uma complicação. Ela está estabilizada.”

Estabilizada. A palavra que segura a gente pelo colarinho à beira do abismo. O pulmão dela havia se enchido de líquido — edema pulmonar, com suspeita de pneumonia por aspiração — e ela precisou de oxigênio. O coração, aumentado, contava uma história que a idade escondia. Nas horas seguintes, os exames desenharam o quadro completo: o raio-X confirmou o pulmão comprometido, e um exame de coagulação revelou que o sangue dela estava coagulando demais, um risco silencioso de trombose rondando tudo.

Dormir, naquela noite, foi um verbo que não se conjugou.

A virada

E então a Miah fez o que fazia desde 2015: surpreendeu.

Na noite seguinte, a equipe foi reduzindo o oxigênio aos poucos, e ela foi respondendo. De manhã, a mensagem do plantonista chegou como um nascer do sol por escrito: fora do oxigênio, saturando 96% em ar ambiente, pressão estável, ultrassom do tórax melhorando. E o detalhe que fez a gente rir com o peito ainda apertado: ela comeu. Com apetite. E passeou pelo hospital como quem inspeciona as instalações.

Onze anos, oito meses, um fígado operado, um pulmão que dois dias antes precisava de ajuda pra funcionar — e a dona comendo com vontade e puxando passeio.

O exame de coagulação seguinte confirmou: o pedaço de fígado que ficou estava trabalhando direito. A equipe montou a proteção contra a trombose, ajustou cada remédio, e a palavra que a gente não ousava dizer em voz alta entrou na conversa: alta.

A volta pra casa

Ela voltou no domingo à noite, junto com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito medicamentos, dezessete doses por dia, gotas, comprimidos partidos ao meio e a quartos, inalação com soro. Viramos uma pequena UTI doméstica movida a alarmes de celular e amor — eu e a Melka dividindo turnos, madrugada incluída, cada dose marcada, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.

E a Miah? A Miah dormiu na casa dela. Acordou na casa dela. Comeu, bebeu, fez xixi e cocô com a dignidade de sempre, e respirou — vinte e três respirações por minuto, contadas uma a uma por um tutor que aprendeu naquela semana a ler o corpo dela em números — o ritmo tranquilo de quem está em casa.

O que fica

Ela ainda teve quase duas semanas em casa. Comeu com vontade, cobrou o passeio no horário e dormiu aos pés da cama — o lugar que sempre foi dela. Partiu na madrugada de sábado, 19 de setembro de 2026.

Ela enfrentou um tumor, uma cirurgia de fígado, um edema pulmonar, um risco de trombose e uma internação inteira — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.

Alguns chamam de sorte. Quem conheceu a Miah sabe: era personalidade.

Onze anos e meio. Cinco quilos e seiscentos. Pouco corpo para tanta coisa.

Este app existe porque dezessete doses por dia não cabem na cabeça de ninguém. E continua de pé porque, agora, outras famílias estão vivendo a semana que a gente viveu — com o mesmo medo, a mesma sacola de farmácia, a mesma pergunta às três da manhã. É o que ela deixou: a Miah cuidando de outros bichos, por tabela, sem nunca ter sabido disso.

Miah · 1º de abril de 2015 — 19 de setembro de 2026. Ela nos ensinou que 5,6 kg é espaço mais do que suficiente pra guardar uma força dessas.

A Miah andando com a plaquinha MIAH

Vamos testar com os pacientes da sua clínica?

WhatsApp (11) 98117-2288

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O seu plano, seguido em casa. ♡