Escolha o plano
De 100 a 1.000 pets por mês, no cartão.
- 100 pets/mêsR$ 12,00
- 200 pets/mêsR$ 9,00
- 500 pets/mêsR$ 6,90
- 1.000 pets/mêsR$ 4,90
Para clínicas e hospitais veterinários
O tratamento que você prescreve, seguido em casa. O tutor recebe o APP da Miah com a marca da sua clínica: a receita vira um checklist que a família inteira marca, e o contato de vocês fica a um toque.

E depois da alta? ♡
Várias pessoas dando remédio, gotas e comprimidos em horários diferentes, data para acabar — e a clínica só descobre como foi no retorno, ou quando o pet volta pior. O APP da Miah leva o plano de vocês para dentro de casa.
Como começar
De 100 a 1.000 pets por mês, no cartão.
Cartões de alta com a sua marca e o QR, em PDF.

Cria a conta em um minuto e o pet já tem acesso.

E-mail e senha, de qualquer navegador.

Não precisa mexer no sistema da clínica. A recepção entrega o cartão junto com a alta.
Preço por pet, cobrado todo mês no cartão. Cada pet liberado ganha 90 dias de app; o crédito só sai quando o tutor cadastra o pet.
A equipe vê quem precisa de uma ligação hoje: dose atrasada, tutor que parou de usar, adesão dos últimos 7 dias e vacinas vencendo. Só dos pets cujo tutor autorizou.
Tela com pacientes de exemplo.
Liberar para um clientetutor com vários pacientes? Gere um código só dele, de 1 a 4 pets
Saldo do pacotequantos pets restam, validade e aviso antes de acabar
WhatsApp da clínica no appo tutor fala com vocês em um toque
Português e inglêso portal e o app nos dois idiomas
Investimento mensal
90 dias por petCada pet ganha 90 dias do app completo.
Só usa quando cadastrarO crédito só é usado quando o tutor cadastra o pet. Os pets do mês não acumulam.
O tutor não paga nadaO app é um benefício da sua clínica para os seus clientes.
Pet a pet, e ele desliga quando quiser. Sem autorização, a clínica não vê nada.
O acompanhamento só é ligado para clínica que cumpre a Resolução CFMV 1.465/2022.
Organiza o que o veterinário receitou. Não muda dose e não substitui consulta.
Por que "Miah"? A história por trás do app
Ninguém se prepara pra ouvir a palavra “tumor” sobre alguém que dorme aos pés da sua cama há quase doze anos.
A Miah era uma Shih Tzu de 5,6 quilos, pequena no tamanho e enorme no resto. Aos 11 anos e 8 meses, tirou um tumor do fígado, teve um edema pulmonar de madrugada, enfrentou um risco de trombose — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.
Voltou também com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito remédios e dezessete doses por dia. Eu e a Melka viramos uma pequena UTI doméstica, dividindo turnos, madrugada incluída, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.
Uma planilha de papel na geladeira, ou um Excel, não dariam conta. Com dezessete doses por dia e duas pessoas revezando, ninguém abre planilha às três da manhã — e ela não responde a única pergunta que importava: essa dose já foi dada, e a que horas?
O app da Miah nasceu ali, da necessidade de administrar os remédios da pequena sem errar nenhum. O nome é dela porque a história é dela.
Nathan, tutor da Miah
A Miah sempre foi pequena no tamanho e enorme no resto. Uma Shih Tzu de 5,6 quilos que atravessou mudanças, projetos, madrugadas de trabalho e todas as fases da nossa família como quem sempre soube que o lugar dela era ali. Quando os exames apontaram um tumor no fígado, a idade dela — 11 anos e 8 meses — pesou na conversa. Operar uma senhora daquelas não é decisão que se toma de qualquer jeito. Mas a alternativa era não dar a ela a chance de lutar, e isso nunca esteve na mesa.
No dia 5 de setembro, entregamos a Miah nas mãos da equipe do Veros. As horas de espera de uma cirurgia são de um tipo específico de lentidão: o telefone na mão, o olhar voltando pra tela sem motivo, o esforço de trabalhar em qualquer coisa só pra não contar os minutos.
Ela saiu da mesa. O tumor saiu dela.
O primeiro exame depois da cirurgia mostrava o que se esperava de um corpo recém-saído de uma batalha: lactato alto, o organismo inteiro cobrando a conta do procedimento. Nada fora do roteiro de um pós-operatório grande — mas o roteiro estava prestes a mudar.
Existe um tipo de toque de telefone que a gente reconhece antes de atender. De madrugada, o celular acendeu com o número do hospital, e naquele segundo entre ver e atender coube um medo do tamanho do mundo.
“A Miah teve uma complicação. Ela está estabilizada.”
Estabilizada. A palavra que segura a gente pelo colarinho à beira do abismo. O pulmão dela havia se enchido de líquido — edema pulmonar, com suspeita de pneumonia por aspiração — e ela precisou de oxigênio. O coração, aumentado, contava uma história que a idade escondia. Nas horas seguintes, os exames desenharam o quadro completo: o raio-X confirmou o pulmão comprometido, e um exame de coagulação revelou que o sangue dela estava coagulando demais, um risco silencioso de trombose rondando tudo.
Dormir, naquela noite, foi um verbo que não se conjugou.
E então a Miah fez o que fazia desde 2015: surpreendeu.
Na noite seguinte, a equipe foi reduzindo o oxigênio aos poucos, e ela foi respondendo. De manhã, a mensagem do plantonista chegou como um nascer do sol por escrito: fora do oxigênio, saturando 96% em ar ambiente, pressão estável, ultrassom do tórax melhorando. E o detalhe que fez a gente rir com o peito ainda apertado: ela comeu. Com apetite. E passeou pelo hospital como quem inspeciona as instalações.
Onze anos, oito meses, um fígado operado, um pulmão que dois dias antes precisava de ajuda pra funcionar — e a dona comendo com vontade e puxando passeio.
O exame de coagulação seguinte confirmou: o pedaço de fígado que ficou estava trabalhando direito. A equipe montou a proteção contra a trombose, ajustou cada remédio, e a palavra que a gente não ousava dizer em voz alta entrou na conversa: alta.
Ela voltou no domingo à noite, junto com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito medicamentos, dezessete doses por dia, gotas, comprimidos partidos ao meio e a quartos, inalação com soro. Viramos uma pequena UTI doméstica movida a alarmes de celular e amor — eu e a Melka dividindo turnos, madrugada incluída, cada dose marcada, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.
E a Miah? A Miah dormiu na casa dela. Acordou na casa dela. Comeu, bebeu, fez xixi e cocô com a dignidade de sempre, e respirou — vinte e três respirações por minuto, contadas uma a uma por um tutor que aprendeu naquela semana a ler o corpo dela em números — o ritmo tranquilo de quem está em casa.
Ela ainda teve quase duas semanas em casa. Comeu com vontade, cobrou o passeio no horário e dormiu aos pés da cama — o lugar que sempre foi dela. Partiu na madrugada de sábado, 19 de setembro de 2026.
Ela enfrentou um tumor, uma cirurgia de fígado, um edema pulmonar, um risco de trombose e uma internação inteira — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.
Alguns chamam de sorte. Quem conheceu a Miah sabe: era personalidade.
Onze anos e meio. Cinco quilos e seiscentos. Pouco corpo para tanta coisa.
Este app existe porque dezessete doses por dia não cabem na cabeça de ninguém. E continua de pé porque, agora, outras famílias estão vivendo a semana que a gente viveu — com o mesmo medo, a mesma sacola de farmácia, a mesma pergunta às três da manhã. É o que ela deixou: a Miah cuidando de outros bichos, por tabela, sem nunca ter sabido disso.
Miah · 1º de abril de 2015 — 19 de setembro de 2026. Ela nos ensinou que 5,6 kg é espaço mais do que suficiente pra guardar uma força dessas.
Já é parceira? Entrar no portal
O seu plano, seguido em casa. ♡