Remédio de pet, sem dúvida em casa
Já deu o remédio?
O MIAH transforma a receita do veterinário num checklist que a família inteira marca. Você vê na hora se cada dose foi dada e a que horas, e qual é a próxima. Nada de dose dobrada e nada de dose esquecida.
Quem entra na lista garante o preço de fundador.
Miah · pós-operatório
Quinta, 10 de setembro
Da receita para o celular
Tire uma foto da receita. Confira. Pronto.
A IA lê a letra do veterinário e monta os horários. Você confere cada linha com a foto ao lado, e nada entra na lista sem a sua confirmação.
Paciente: Miah · canina · Shih Tzu
- Dipirona gts — 5 gts 8/8h, 5 dias
- Tramadol gts — 4 gts 8/8h, 5 dias
- Levofloxacino — ¾ cp 1×/dia, 6 dias
- Rivaroxabana — 1 cp 8/8h, contínuo
Dra. S.CRMV-SP
2 de 4 conferidos. A lista só é ativada quando todos estiverem conferidos.
Como funciona
Uma lista por pet. A casa inteira olhando a mesma.
Cadastre seus pets
Nome, raça, peso e foto. Se tem mais de um, cada um ganha a sua própria lista.
Fotografe a receita
A IA monta remédio, dose, horários e o dia de parar. Você confere linha por linha antes de ativar.
Chame quem cuida junto
Quem mora na casa, a babá do pet, os avós. Quem deu marca, e todo mundo vê na hora que a dose foi dada e a que horas.
Receba só o aviso que falta
Se a dose já foi marcada, ninguém é incomodado. Quando o tratamento acaba, o remédio sai da lista sozinho.
A semana da Miah
Ninguém se prepara pra ouvir a palavra “tumor” sobre alguém que dorme aos pés da sua cama há quase doze anos.
A Miah é uma Shih Tzu de 5,6 quilos, pequena no tamanho e enorme no resto. Aos 11 anos e 8 meses, tirou um tumor do fígado, teve um edema pulmonar de madrugada, enfrentou um risco de trombose — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.
Voltou também com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito remédios e dezessete doses por dia. Eu e a Melka viramos uma pequena UTI doméstica, dividindo turnos, madrugada incluída, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.
O MIAH nasceu ali, do jeito que a gente encontrou pra não errar nenhuma dose dela. Por isso ele tem o nome dela.
Nathan, tutor da Miah
Ler a semana da Miah inteira
A Miah sempre foi pequena no tamanho e enorme no resto. Uma Shih Tzu de 5,6 quilos que atravessou mudanças, projetos, madrugadas de trabalho e todas as fases da nossa família como quem sempre soube que o lugar dela era ali. Quando os exames apontaram um tumor no fígado, a idade dela — 11 anos e 8 meses — pesou na conversa. Operar uma senhora daquelas não é decisão que se toma de qualquer jeito. Mas a alternativa era não dar a ela a chance de lutar, e isso nunca esteve na mesa.
A cirurgia
No dia 5 de setembro, entregamos a Miah nas mãos da equipe do Veros. As horas de espera de uma cirurgia são de um tipo específico de lentidão: o telefone na mão, o olhar voltando pra tela sem motivo, o esforço de trabalhar em qualquer coisa só pra não contar os minutos.
Ela saiu da mesa. O tumor saiu dela.
O primeiro exame depois da cirurgia mostrava o que se esperava de um corpo recém-saído de uma batalha: lactato alto, o organismo inteiro cobrando a conta do procedimento. Nada fora do roteiro de um pós-operatório grande — mas o roteiro estava prestes a mudar.
A ligação de madrugada
Existe um tipo de toque de telefone que a gente reconhece antes de atender. De madrugada, o celular acendeu com o número do hospital, e naquele segundo entre ver e atender coube um medo do tamanho do mundo.
“A Miah teve uma complicação. Ela está estabilizada.”
Estabilizada. A palavra que segura a gente pelo colarinho à beira do abismo. O pulmão dela havia se enchido de líquido — edema pulmonar, com suspeita de pneumonia por aspiração — e ela precisou de oxigênio. O coração, aumentado, contava uma história que a idade escondia. Nas horas seguintes, os exames desenharam o quadro completo: o raio-X confirmou o pulmão comprometido, e um exame de coagulação revelou que o sangue dela estava coagulando demais, um risco silencioso de trombose rondando tudo.
Dormir, naquela noite, foi um verbo que não se conjugou.
A virada
E então a Miah fez o que ela faz desde 2015: surpreendeu.
Na noite seguinte, a equipe foi reduzindo o oxigênio aos poucos, e ela foi respondendo. De manhã, a mensagem do plantonista chegou como um nascer do sol por escrito: fora do oxigênio, saturando 96% em ar ambiente, pressão estável, ultrassom do tórax melhorando. E o detalhe que fez a gente rir com o peito ainda apertado: ela comeu. Com apetite. E passeou pelo hospital como quem inspeciona as instalações.
Onze anos, oito meses, um fígado operado, um pulmão que dois dias antes precisava de ajuda pra funcionar — e a dona comendo com vontade e puxando passeio.
O exame de coagulação seguinte confirmou: o pedaço de fígado que ficou estava trabalhando direito. A equipe montou a proteção contra a trombose, ajustou cada remédio, e a palavra que a gente não ousava dizer em voz alta entrou na conversa: alta.
A volta pra casa
Ela voltou no domingo à noite, junto com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito medicamentos, dezessete doses por dia, gotas, comprimidos partidos ao meio e a quartos, inalação com soro. Viramos uma pequena UTI doméstica movida a alarmes de celular e amor — eu e a Melka dividindo turnos, madrugada incluída, cada dose marcada, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.
E a Miah? A Miah dormiu na casa dela. Acordou na casa dela. Comeu, bebeu, fez xixi e cocô com a dignidade de sempre, e respirou — vinte e três respirações por minuto, contadas uma a uma por um tutor que aprendeu naquela semana a ler o corpo dela em números — o ritmo tranquilo de quem está em casa.
O que fica
Ainda tem estrada. O resultado da biópsia vai dizer o nome completo do inimigo que foi retirado, e os retornos vão acompanhar cada passo da recuperação. Mas essa semana já deixou sua lição escrita:
A Miah enfrentou um tumor, uma cirurgia de fígado, um edema pulmonar, um risco de trombose e uma internação inteira — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.
Alguns chamam de sorte. Quem conhece a Miah sabe: é personalidade.
Setembro de 2026 — para a Miah, que nos ensinou que 5,6 kg é espaço mais do que suficiente pra guardar uma força dessas.
Combinado desde o primeiro dia
O que o MIAH faz, e o que ele não promete.
Remédio não é lugar para marketing exagerado. Estas regras valem para todas as contas.
A IA lê, você confere
Letra de receita engana: “4 gotas” pode virar “14”. Por isso nenhum horário entra na lista sem você conferir com a foto ao lado.
Dose de madrugada pede despertador
Notificação de celular fica muda no modo silencioso. Para as doses da noite, o MIAH lembra você de colocar um alarme no relógio do celular.
A lista nunca abre desatualizada
O checklist sempre busca as marcações do momento. Uma lista antiga faria parecer que a dose já foi dada.
Quem receita é o veterinário
O MIAH organiza o tratamento que ele passou. Não sugere remédio, não muda dose e não substitui a consulta.
Planos
Para uma cirurgia ou para a vida toda.
Um pós-operatório dura algumas semanas. Um pet idoso ou cardíaco toma remédio por anos. Por isso dá para pagar só os 30 dias do tratamento, ou assinar e pagar por mês, trimestre, semestre ou ano.
Grátis
Para testar o MIAH antes de assinar.
- 1 pet
- 1 tratamento de até 10 dias
- Até 5 remédios
- Remédios digitados à mão
- Checklist compartilhado
Tratamento
Para cirurgia, infecção ou qualquer tratamento com data para acabar.
- 30 dias de acesso, contados do pagamento
- 1 pet. De 2 a 4 pets, R$ 24,90
- Foto da receita lida pela IA
- Toda a família marcando
- Avisos de dose não marcada
Não renova sozinho. No fim dos 30 dias, você escolhe se continua.
Família
Para pet com remédio contínuo ou casa com mais de um pet.
Equivale a R$ 16,66 por mês · 33% a menos que o mensal
- Até 4 pets
- Tratamentos ilimitados
- Tudo do plano Tratamento
- Histórico em PDF para levar ao veterinário
Renova sozinho no fim de cada ciclo, e dá para cancelar a renovação quando quiser. Quem entrar na lista paga o anual por R$ 119.
Lista de espera
Seja um dos primeiros tutores do MIAH.
Estamos abrindo aos poucos, começando por quem mais precisa agora. Conta pra gente o que seu pet está tomando.
Mandamos o convite para o seu e-mail assim que abrirmos. A Miah agradece.
Perguntas
Antes de entrar na lista.
Precisa baixar numa loja de apps?
Não. O MIAH abre pelo navegador do celular. No iPhone, use “Adicionar à Tela de Início”: ele vira um ícone como qualquer app, e só assim o iPhone libera os avisos.
Serve para gato também?
Serve. O cadastro pede a espécie, e a lista funciona do mesmo jeito para cães e gatos.
E se a IA ler a receita errado?
É para isso que existe a conferência. Cada linha aparece ao lado da foto da receita, você corrige o que precisar, e a lista só é ativada quando tudo estiver conferido.
Quantas pessoas podem marcar as doses?
Quantas cuidarem do pet. Você manda um link de convite, e cada marcação mostra a hora em que a dose foi dada e quem deu.
O app me acorda de madrugada?
Não dá para garantir. Com o celular no silencioso, nenhuma notificação toca, e isso vale para qualquer app. Para dose de madrugada, coloque um alarme no relógio do celular. O MIAH lembra você disso quando a receita tiver horário noturno.
Quando abre?
Estamos abrindo aos poucos. Quem está na lista recebe o convite antes, por e-mail.