Cadastre o seu pet
Nome, espécie, peso e uma foto. Cães e gatos, até 4 pets.
A receita do veterinário vira um checklist no celular. Você vê na hora se cada dose foi dada, a que horas e por quem — e qual é a próxima. Nada de dose esquecida, nada de dose dobrada.
Eu ajudo você a cuidar de quem você ama! ♡
— Miah
Remédio dado, dose marcada ♡
Quem deu a dose, marca. A casa inteira vê que foi dada e a que horas. Se alguém já deu, ninguém é avisado à toa. Se a dose passou da hora sem ser marcada, o app avisa.
Ver o app na práticaEm poucos minutos a rotina do seu pet está organizada.
Nome, espécie, peso e uma foto. Cães e gatos, até 4 pets.
A leitura automática monta a lista. Você confere linha por linha antes de valer.
Mande um convite. Cada pessoa marca com o próprio login.
Fica registrado quem deu e a que horas. Acabou o tratamento, o remédio sai da lista.

O que o APP da Miah faz hoje, no dia a dia de quem cuida:
Remédios e dosescada remédio com a sua cor, por horário
Vacinas, consultas e pesocom histórico e gráfico do peso
Histórico em PDF para o veterináriocada dose, com quem deu e a que horas (plano Família)
Quem cuida, marcafamília, cuidador e quem passeia, cada um com o seu login
No celular e no computadorabre pelo navegador; no celular, vira ícone na tela
Feito para tratamento longopós-cirurgia, doença crônica, pet idoso
Você fica no controle de tudo o que entra na lista.
Nada entra na lista sem você conferir cada linha da receita.
Cada marcação mostra a hora e o nome de quem deu a dose.
O app organiza o que o veterinário receitou. Não prescreve e não substitui a consulta.
Um pós-operatório dura algumas semanas; um pet idoso toma remédio por anos. Por isso dá para pagar só os 30 dias do tratamento, ou assinar.
Para cirurgia, infecção ou qualquer tratamento com data para acabar.
R$ 19,90 por 30 dias
Pagamento único, aceita Pix. Não renova sozinho.
Começar agoraR$ 199,90 por ano
Equivale a R$ 16,66 por mês · 33% a menos que o mensal
Renova no fim de cada ciclo; cancele a renovação quando quiser. Cartão de crédito.
Assinar Família anual
Mais tempo para o que realmente importa ♡
Fundadores: os 200 primeiros tutores pagam o Família anual por R$ 119 no lugar de R$ 199,90 — e seguem nesse valor enquanto não cancelarem. 7 dias para desistir e receber tudo de volta. Quero ser fundador
Quer ver antes? A demonstração mostra o app completo, sem conta e sem cartão. O pagamento acontece na página do Asaas — o app nunca vê o número do seu cartão.
Por que "Miah"? A semana da Miah
Ninguém se prepara pra ouvir a palavra “tumor” sobre alguém que dorme aos pés da sua cama há quase doze anos.
A Miah era uma Shih Tzu de 5,6 quilos, pequena no tamanho e enorme no resto. Aos 11 anos e 8 meses, tirou um tumor do fígado, teve um edema pulmonar de madrugada, enfrentou um risco de trombose — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.
Voltou também com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito remédios e dezessete doses por dia. Eu e a Melka viramos uma pequena UTI doméstica, dividindo turnos, madrugada incluída, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.
Uma planilha de papel na geladeira, ou um Excel, não dariam conta. Com dezessete doses por dia e duas pessoas revezando, ninguém abre planilha às três da manhã — e ela não responde a única pergunta que importava: essa dose já foi dada, e a que horas?
O app da Miah nasceu ali, da necessidade de administrar os remédios da pequena sem errar nenhum. O nome é dela porque a história é dela.
Nathan, tutor da Miah
A Miah sempre foi pequena no tamanho e enorme no resto. Uma Shih Tzu de 5,6 quilos que atravessou mudanças, projetos, madrugadas de trabalho e todas as fases da nossa família como quem sempre soube que o lugar dela era ali. Quando os exames apontaram um tumor no fígado, a idade dela — 11 anos e 8 meses — pesou na conversa. Operar uma senhora daquelas não é decisão que se toma de qualquer jeito. Mas a alternativa era não dar a ela a chance de lutar, e isso nunca esteve na mesa.
No dia 5 de setembro, entregamos a Miah nas mãos da equipe do Veros. As horas de espera de uma cirurgia são de um tipo específico de lentidão: o telefone na mão, o olhar voltando pra tela sem motivo, o esforço de trabalhar em qualquer coisa só pra não contar os minutos.
Ela saiu da mesa. O tumor saiu dela.
O primeiro exame depois da cirurgia mostrava o que se esperava de um corpo recém-saído de uma batalha: lactato alto, o organismo inteiro cobrando a conta do procedimento. Nada fora do roteiro de um pós-operatório grande — mas o roteiro estava prestes a mudar.
Existe um tipo de toque de telefone que a gente reconhece antes de atender. De madrugada, o celular acendeu com o número do hospital, e naquele segundo entre ver e atender coube um medo do tamanho do mundo.
“A Miah teve uma complicação. Ela está estabilizada.”
Estabilizada. A palavra que segura a gente pelo colarinho à beira do abismo. O pulmão dela havia se enchido de líquido — edema pulmonar, com suspeita de pneumonia por aspiração — e ela precisou de oxigênio. O coração, aumentado, contava uma história que a idade escondia. Nas horas seguintes, os exames desenharam o quadro completo: o raio-X confirmou o pulmão comprometido, e um exame de coagulação revelou que o sangue dela estava coagulando demais, um risco silencioso de trombose rondando tudo.
Dormir, naquela noite, foi um verbo que não se conjugou.
E então a Miah fez o que fazia desde 2015: surpreendeu.
Na noite seguinte, a equipe foi reduzindo o oxigênio aos poucos, e ela foi respondendo. De manhã, a mensagem do plantonista chegou como um nascer do sol por escrito: fora do oxigênio, saturando 96% em ar ambiente, pressão estável, ultrassom do tórax melhorando. E o detalhe que fez a gente rir com o peito ainda apertado: ela comeu. Com apetite. E passeou pelo hospital como quem inspeciona as instalações.
Onze anos, oito meses, um fígado operado, um pulmão que dois dias antes precisava de ajuda pra funcionar — e a dona comendo com vontade e puxando passeio.
O exame de coagulação seguinte confirmou: o pedaço de fígado que ficou estava trabalhando direito. A equipe montou a proteção contra a trombose, ajustou cada remédio, e a palavra que a gente não ousava dizer em voz alta entrou na conversa: alta.
Ela voltou no domingo à noite, junto com uma sacola de farmácia que parecia bagagem de viagem longa: oito medicamentos, dezessete doses por dia, gotas, comprimidos partidos ao meio e a quartos, inalação com soro. Viramos uma pequena UTI doméstica movida a alarmes de celular e amor — eu e a Melka dividindo turnos, madrugada incluída, cada dose marcada, cada “✓” trocado entre a gente como quem passa o bastão.
E a Miah? A Miah dormiu na casa dela. Acordou na casa dela. Comeu, bebeu, fez xixi e cocô com a dignidade de sempre, e respirou — vinte e três respirações por minuto, contadas uma a uma por um tutor que aprendeu naquela semana a ler o corpo dela em números — o ritmo tranquilo de quem está em casa.
Ela ainda teve quase duas semanas em casa. Comeu com vontade, cobrou o passeio no horário e dormiu aos pés da cama — o lugar que sempre foi dela. Partiu na madrugada de sábado, 19 de setembro de 2026.
Ela enfrentou um tumor, uma cirurgia de fígado, um edema pulmonar, um risco de trombose e uma internação inteira — e voltou pra casa comendo bem e cobrando o passeio.
Alguns chamam de sorte. Quem conheceu a Miah sabe: era personalidade.
Onze anos e meio. Cinco quilos e seiscentos. Pouco corpo para tanta coisa.
Este app existe porque dezessete doses por dia não cabem na cabeça de ninguém. E continua de pé porque, agora, outras famílias estão vivendo a semana que a gente viveu — com o mesmo medo, a mesma sacola de farmácia, a mesma pergunta às três da manhã. É o que ela deixou: a Miah cuidando de outros bichos, por tabela, sem nunca ter sabido disso.
Miah · 1º de abril de 2015 — 19 de setembro de 2026. Ela nos ensinou que 5,6 kg é espaço mais do que suficiente pra guardar uma força dessas.
O que mais perguntam antes de começar.
Não. Antes de pagar, você pode abrir a demonstração completa, com uma pet de exemplo, sem criar conta. O plano Tratamento custa R$ 19,90 por 30 dias e não renova sozinho.
Não. O APP da Miah abre pelo navegador do celular. No iPhone, use “Adicionar à Tela de Início”: ele vira um ícone como qualquer app, e só assim o iPhone libera os avisos.
Serve. O cadastro pede a espécie, e a lista funciona do mesmo jeito para cães e gatos.
É para isso que existe a conferência. Cada linha aparece ao lado da foto da receita, você corrige o que precisar, e a lista só é ativada quando tudo estiver conferido.
Quantas cuidarem do pet. Você manda um link de convite, e cada marcação mostra a hora e quem deu.
Não dá para garantir: com o celular no silencioso, nenhuma notificação toca, de nenhum app. Para dose de madrugada, coloque um alarme no relógio do celular. O app lembra você disso quando a receita tiver horário noturno.
Pode. Clínicas veterinárias oferecem o APP da Miah aos clientes, com a marca da clínica. Veja como funciona para clínicas.
Cuidar também é organizar. ♡
— Miah